Durou menos de um dia a greve dos empregados da Mater Dei Artefatos Metálicos. Com salários sendo pagos com considerável atraso há vários meses, os operários não suportaram os transtornos e decretaram greve a partir da sexta-feira, 20 de maio, até que o salário do mês de abril fosse quitado.  Os depósitos do FGTS também não estão sendo feitos nas contas vinculadas dos trabalhadores.


Os empregados da Mater Dei se reuniram para resolver o impasse com a empresa e decidir o futuro da greve

No início da noite da quinta-feira, 19, a empresa se reuniu com a direção do sindicato e fez uma contraproposta para tentar evitar a greve. Ela se comprometeu a regularizar o pagamento dos salários, que estão sendo atrasados há dois anos. Foram estipulados prazos que deverão ser cumpridos rigorosamente. O depósito do FGTS dos empregados, também atrasado, deverá ser regularizado em até 75 dias, mediante pagamento parcelado na Caixa Econômica Federal.


A equipe do SindMetal-GO esteve unida desde cedo para tentar resolver a situação

Aos operários que trabalham em “balancinhos”, o adicional de periculosidade será de 20% sobre o salário. O café da manhã e o lanche da tarde serão pagos em dinheiro para aqueles que prestam serviços em obras. Às 7h da manhã o sindicato apresentou a contraproposta aos grevistas que aceitaram as condições do acordo e suspenderam o movimento.


Os empregados estavam com os salários sendo pagos com considerável atraso há vários meses


O presidente do SindMetal-GO, Eugênio Francisco, esteve presente em meio aos trabalhadores


Às 7h da manhã o sindicato apresentou a contraproposta aos grevistas que suspenderam o movimento