Para a Saneago, a responsabilidade da falta de água é dos próprios consumidores e da Celg. “Abastecido pelo Sistema Meia Ponte, esse reservatório é o último que faz a distribuição da água para esses bairros e outros, menores, da região. Com o calor, o consumo vai lá para cima; por isso, pedimos muita economia, para a população como um todo. Quem não está nessa ponta, e gasta, vai prejudicar quem nela está, exatamente os moradores desses bairros atendidos pelo Reservatório Cristina”, argumenta a Saneago.

No caso do Panorama Park, segundo a Assessoria de Comunicação da Saneago, houve queda de energia elétrica na elevatória responsável pelo atendimento à região, ocasionando a falta de abastecimento. O mesmo ocorreu com o bairro Independência Mansões, em Aparecida de Goiânia, onde foi detectado rompimento de uma adutora e cujo serviço de manutenção, para os reparos necessários, pode prejudicar a distribuição de água. No local, conforme a Saneago, o acionamento das bombas dos 15 poços tubulares que abastacem a região também fica prejudicado com a queda de energia.

No que diz respeito à Casa da Acolhida, que em nota divulgou falta de água no local, diz a Saneago, o reservatório é pequeno para a quantidade de pessoas atendidas – 10 mil litros, quando, conforme os cálculos do órgão, a capacidade de armazenamento deveria ser de 24 mil litros de água, para atender uma média de 164 consumidores. “De qualquer forma, enviamos caminhões pipa para o atendimento à Casa da Acolhida, como sempre fazemos em situações emergenciais envolvendo instituições públicas”, explicou a Assessoria de Comunicação.

Fonte: O Popupar