Goiânia sobe para 11ª posição no ranking

Outro destaque foi Anápolis, que agregou mais R$ 1,846 bilhão à sua economia, um crescimento de 30% e quase o mesmo valor de Goiânia, que tem uma população bem maior

O PIB de Goiânia passou de R$ 19,4 bilhões em 2008 para R$ 21,3 bilhões em 2009, o que fez a capital subir da 12ª para a 11ª posição no ranking das capitais com os maiores PIBs do País. Outro destaque foi Anápolis, que agregou mais R$ 1,846 bilhão à sua economia, um crescimento de 30% e quase o mesmo valor de Goiânia, que tem uma população bem maior.

O bom desempenho dos dois municípios é resultado da expansão industrial e do setor de serviços no município. Anápolis, que tem o segundo maior PIB do Estado, passou a abrigar vários centros de distribuição e fortaleceu seu comércio atacadista. O presidente da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia), Wilson de Oliveira, ressalta o crescimento industrial do município, que se tornou pólo de importação e exportação de produtos pelo Porto Seco. Segundo ele, hoje Anápolis é um grande pólo logístico e atacadista, o que vai se acentuar mais com a operação da Plataforma Multimodal.

Para Wilson, o crescimento do PIB de Anápolis é uma somatória do bom desempenho do Distrito Agroindustrial (Daia), Porto Seco, Pólo Farmacêutico e do Pólo Automotivo, que geram bilhões de dólares em exportações e importações. “A cidade também se transformou em pólo de saúde e educação, com destaque para o ensino superior, movimentando toda economia”, destaca.

O prefeito de Anápolis, Antônio Gomide (PT), prevê que o PIB do município mostrará resultados ainda mais expressivos em 2010 e 2011, com a expansão industrial do município, que responde por 50% das riquezas. Ele prevê que Anápolis será o 3º pólo logístico do País em poucos anos.

Já Goiânia tem se destacado pelo crescimento de vários serviços, respondendo por 33,5% do valor adicionado pelo setor no Estado. A presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Goiás (Acieg), Helenir Queiroz, destaca o crescimento dos serviços financeiros, com a maior oferta de crédito no mercado; do comércio de confecções de baixo custo; do turismo de eventos e negócios; e dos serviços de saúde e beleza. A capital também produz cada vez mais medicamentos e itens de beleza.

Outro destaque é o crescimento do setor de tecnologia da informação (TI) na capital. “Temos muitas empresas de abrangência nacional, que têm buscado novos mercados e crescido a taxas muito interessantes”, destaca. Entre os exemplos, está o da Politec.

Fonte: O Popular

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