O aporte superior a R$ 14 milhões terá impacto positivo na economia, aquecendo vendas e gerando mais encomendas à indústria

Em janeiro, a massa salarial dos metalúrgicos da nossa base chegará a R$ 158.866.074,63. Ou seja, está próxima de R$ 159 milhões. Esse valor, que inclui o reajuste salarial negociado pelo Sindicato em novembro, representa um salto de R$ 14.442.370,42 na folha mensal da categoria.

O aporte superior a R$ 14 milhões terá impacto positivo na economia, aquecendo vendas e gerando mais encomendas à indústria.

Abono – Vale lembrar que uma parcela de metalúrgicos da nossa base ainda tem abono salarial a receber em janeiro. O pagamento é devido aos companheiros de empresas ligadas aos Grupos Sindimaq/Sinaees, Sindifup, Fundição e Sicetel.

Companheiros ligados ao Sindimaq/Sinaees receberão mais uma parcela de 14% do abono até 10 de janeiro. Os trabalhadores ligados ao setor de Fundição ainda têm 9% para receber, com vencimento até o dia 20 deste mês. Já os metalúrgicos de empresas ligadas ao Sindifup terão mais duas parcelas a vencer: 9% até 20 de janeiro e 8% até 20 de fevereiro. E, para os empregados nas empresas do Grupo Sicetel, restam também duas parcelas: 8% com vencimento até o próximo dia 20, mais 10% até 20 de fevereiro.

Salário mínimo – O mercado da região também será beneficiado pelo aumento de 14,13%, que elevou o salário mínimo para R$ 622,00. Muitos trabalhadores, principalmente domésticos ou que estão na informalidade, serão beneficiados com o novo mínimo. Maior poder de compra é mais qualidade de vida, além de mercado interno aquecido.

Pereira – Nosso presidente José Pereira dos Santos afirma: “Fizemos uma campanha salarial vitoriosa, com 3,13% de aumento real, abonos de até 28% e outros ganhos. A justiça social passa pelo pagamento de salário mais justo e distribuição de renda na base”. 

Fonte: Portal Mundo Sindical