Empresários querem medidas como redução de ICMS e taxação para produtos de outros Estados

Redução de alíquotas de ICMS para o etanol e o óleo diesel, taxação de produtos que entram no Estado, aumento do intervalo para renovação de licenças e desburocratização desses processos, além da criação de mais pólos industriais. Essas são algumas das reivindicações para elevar a competitividade da indústria goiana que representantes do setor apresentaram ontem ao governador Marconi Perillo, durante reuniões na sede da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg).

O governador disse que encaminhou os pedidos aos secretários de governo e prometeu que todos os pleitos serão analisados tecnicamente. Segundo ele, na próxima quarta-feira o secretário da Fazenda, Simão Cirineu, deve se reunir novamente com representantes do setor industrial na sede da Fieg.

Entre as principais queixas dos empresários está o aumento do ICMS sobre o óleo diesel de 13,5% para 15%, o que geraria impactos na cadeia. “Essa elevação aumenta os custos para a indústria”, alertou o presidente do Conselho Temático de Política Fiscal e Tributária da Fieg, Eduardo Zuppani.

ETANOL

O presidente do Sindicato das Indústrias de Fabricação de Etanol em Goiás (Sifaeg), André Luiz Rocha, pediu ao governador a redução do ICMS interno sobre o combustível hidratado de 22% para 20%, como era em 2010. Segundo ele, hoje o setor vende mais etanol fora de Goiás. Olympio José Abrão, do Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado de Goiás (Simplago), disse que o setor quer a adoção de um Imposto de Valor Agregado (IVA) sobre as embalagens plásticas que vêm de outros Estados.

Os moinhos de trigo goianos pedem a adoção da substituição tributária para as farinhas que vêm de fora do Estado para concorrer com o produto interno. “Cerca de 70% da farinha consumida aqui vem de outros Estados, enquanto os moinhos estão com 70% da capacidade ociosa”, alerta André Lavor, presidente do Sindicato dos Moinhos de Trigo do Centro-Oeste (Sindtrigo). Segundo ele, a farinha de trigo de outros Estados entra em Goiás sem nenhum impacto fiscal.

O presidente do Sindicato das Indústrias de Vestuário do Estado (Sinvest), José Divino Arruda, pediu o apoio do governo estadual para criação de um fundo para o setor confeccionista, que será revertido para divulgação do Estado e atração de novas tecnologias para as empresas.

Pleitos serão avaliados, promete o governo

Muitos dos 20 sindicatos e câmaras temáticas que se reuniram com o governador buscam mais competitividade para suas atividades através de isonomia tributária com outros Estados. Marconi Perillo garantiu que todos os pleitos serão analisados para a tomada das providências.

Ele afirmou que o governo já fez muitas desonerações, com políticas específicas para mais de cem produtos fabricados em Goiás. “Em muitos casos, conseguimos elevar a base de arrecadação e a receita. Em outros casos, houve redução.” Mas o presidente da Fieg, Pedro Alves de Oliveira, lembrou que a taxação da entrada de produtos no Estado não prejudicará a arrecadação, dando competitividade à indústria local.

O governador reconheceu que os pleitos visam elevar a competitividade do produto goiano, com a taxação de produtos importados ou redução de alíquotas para produtos goianos. Em relação ao diesel, ele disse que outros Estados já cobram a nova alíquota de 15%, mas o governo deve voltar a conversar com o setor empresarial.

Os setores moveleiro e químico pediram a criação de novos pólos industriais. O governador disse que o governo cedeu uma área para a criação de mais um em Goianira, e destacou o trabalho empreendido para a construção do segundo Distrito Agroindustrial de Aparecida de Goiânia (Daiag 2), que está em fase de implantação e deve receber 170 empresas novas, e de melhoria das condições do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), cuja construção do anel viário deve ser iniciada dia 25 deste mês.

Muitos dos 20 sindicatos e câmaras temáticas que se reuniram com o governador buscam mais competitividade para suas atividades através de isonomia tributária com outros Estados. Marconi Perillo garantiu que todos os pleitos serão analisados para a tomada das providências.

Ele afirmou que o governo já fez muitas desonerações, com políticas específicas para mais de cem produtos fabricados em Goiás. “Em muitos casos, conseguimos elevar a base de arrecadação e a receita. Em outros casos, houve redução.” Mas o presidente da Fieg, Pedro Alves de Oliveira, lembrou que a taxação da entrada de produtos no Estado não prejudicará a arrecadação, dando competitividade à indústria local.

O governador reconheceu que os pleitos visam elevar a competitividade do produto goiano, com a taxação de produtos importados ou redução de alíquotas para produtos goianos. Em relação ao diesel, ele disse que outros Estados já cobram a nova alíquota de 15%, mas o governo deve voltar a conversar com o setor empresarial.

Os setores moveleiro e químico pediram a criação de novos pólos industriais. O governador disse que o governo cedeu uma área para a criação de mais um em Goianira, e destacou o trabalho empreendido para a construção do segundo Distrito Agroindustrial de Aparecida de Goiânia (Daiag 2), que está em fase de implantação e deve receber 170 empresas novas, e de melhoria das condições do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), cuja construção do anel viário deve ser iniciada dia 25 deste mês.

Fonte: O Popular (GO)