Goiás terminou o mês de outubro com saldo negativo de 3.565 empregos formais, aponta o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira (21). O número representa redução de -0,29%, em relação a setembro. Foram 47.058 admissões e 50.623 desligamentos durante o período.

O setor que mais contribuiu para este resultado foi o da Indústria de Transformação, com o fechamento de 3.473 postos de trabalho. Por outro lado, o Comércio abriu 576 novas vagas, em Serviços foram 575 novos postos e o Serviço Industrial de Utilidade Pública, 47 novas vagas.

No ano e no acumulado de 12 meses, o saldo se manteve positivo em Goiás, com abertura de 4.342 novas vagas (+3,71%) e 24.178 postos de trabalho (+1,99%), respectivamente.

Desempenho nacional – Mantendo a tendência de crescimento, o mês de outubro foi de alta em número de empregos formais no Brasil, de acordo com o Caged. O país fechou o período com saldo positivo de 57.733 postos de trabalho formais, o que representa um acréscimo de 0,15%, em relação a setembro.
Foram 1.279.502 admissões e 1.221.769 desligamentos. Entre janeiro e outubro, houve crescimento de 790.579 empregos – uma variação positiva de 2,09%. O saldo acumulado deste ano é o melhor desde 2015. Nos últimos 12 meses, foram gerados mais 444.483 postos de trabalho (alta de 1,16%).

Houve aumento no número de empregos em 23 das 27 unidades federativas, em quatro das cinco regiões – com estabilidade no Centro-Oeste. O crescimento foi registrado em seis dos oito setores econômicos.

O melhor desempenho foi em Comércio, com saldo de 34.133 postos de trabalho (+0,38%). O segundo setor com resultado mais expressivo foi o de Serviços, com geração de 28.759 empregos formais. O segmento teve aumento de 0,17% em relação ao mês anterior.

O setor de Indústria de Transformação, com 7.048 vínculos, foi o terceiro em desempenho em outubro. O número corresponde a aumento de +0,10% em relação a setembro.

Também apresentaram crescimento no número de postos de trabalho os setores de Construção Civil (560 empregos); Extrativa Mineral (377 vínculos); e Serviços Industriais de Utilidade Pública – SIUP (268). Apenas os setores de Agropecuária e Administração Pública tiveram queda (-13.059 e -353 postos, respectivamente).

Pela série histórica do Caged, a Agropecuária apresenta saldo menor em outubro devido à sazonalidade. Especificamente em 2018, houve uma antecipação da safra de cana-de-açúcar, levando o setor a contratar mais nos meses de agosto e setembro.

Quando somados os dados deste bimestre, o resultado deste ano é bem superior ao de 2017. No ano passado, o período entre setembro e outubro teve 110.991 contratações no setor. Em 2018, foram 195.069 empregos a mais (+75,75%).

Ministério do Trabalho
Assessoria de imprensa