Até sexta-feira passada, as revendedoras ainda não sabiam quanto iriam repassar aos seus clientes. Os valores variam no setor, por isso o consumidor economiza se pesquisar

Em meio a um cenário macroeconômico turbulento, o consumidor goiano vai ter de apertar um pouco mais o orçamento. As revendedoras de gás de cozinha em Goiás já foram avisadas pelas distribuidoras de que os preços do produto devem subir 6,25% a partir de hoje.

Em função do frete, esse índice pode chegar a 7% no interior do Estado. Esse é o segundo aumento este ano. Em março, o produto teve elevação de 5%. Mas os preços são variados e vale a pena o consumidor pesquisar.

Na pauta de ICMS, o valor do preço do botijão de gás em Goiânia é de R$ 44. Mas em função da concorrência, localização e do livre mercado, os valores podem oscilar entre R$ 38 e R$ 46, conforme apurado na tarde de sexta-feira pelo O POPULAR .

Em média, esse porcentual pode representar um aumento médio do botijão de gás em R$ 5. Mas, na prática, a concorrência pode beneficiar o consumidor final. Conforme levantado pela reportagem, a maioria dos estabelecimentos ainda não sabia quanto iria repassar para o consumidor.

CONCORRÊNCIA

Conforme proprietários de revendedoras de gás, é comum haver reajuste de mercado. “Nós sempre absorvemos um pouco. A concorrência no setor é muito alta”, diz o proprietário da Coimbra Distribuidora de Gás e Bebidas, Sandro José de Oliveira. Até sexta-feira, ele vendia o produto entre R$ 40 e R$ 42, dependendo do volume da venda. Ele comercializa cerca de 700 unidades por mês.

Somente no setor onde está localizada sua empresa existem outras cinco revendedoras de gás. Por isso, explica que ainda não sabe quanto vai cobrar pelo produto a partir de hoje. “Vamos ver como os concorrentes vão se comportar”, afirma.

Outra estratégia é pechinchar descontos com as próprias distribuidoras de GLP. Por isso o consumidor pode pagar menos se estiver disposto a pesquisar.

Segundo o presidente do Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás da Região Centro-Oeste (Sinergás), Zenildo Dias do Vale, esse aumento é um repasse da recomposição de preços das distribuidoras aliado ao reajuste salarial da categoria, que virá somente em novembro. “Já fazemos em uma tacada só, porque não dá para fazer dois aumentos tão próximos”, justifica.

Embora somente esta segunda elevação de preços do botijão de gás este ano se aproxime da inflação acumulada até julho em Goiânia (7,08%), Zenildo salienta que os custos com aluguel, licenças, funcionários, gasolina e pneu vão corroer este acréscimo. “Não vai ficar nada para o pequeno e médio revendedor”, afirma.

Há 13 anos no mercado, o proprietário da Dois Irmãos Gás, Ricardo Goulart de Moraes, compartilha desse argumento. “Estamos repondo o que perdemos este ano com o aumento de nossos custos”, afirma.

Mas a forma como pratica os preços em sua revendedora reforça a importância da pesquisa e da pechincha do consumidor. “Vendo entre R$ 40 e R$ 43 (sexta-feira). Depende.”, desconversa. Ricardo ainda não sabia quanto o produto seria revendido a partir de hoje.Em meio a um cenário macroeconômico turbulento, o consumidor goiano vai ter de apertar um pouco mais o orçamento. As revendedoras de gás de cozinha em Goiás já foram avisadas pelas distribuidoras de que os preços do produto devem subir 6,25% a partir de hoje.

Em função do frete, esse índice pode chegar a 7% no interior do Estado. Esse é o segundo aumento este ano. Em março, o produto teve elevação de 5%. Mas os preços são variados e vale a pena o consumidor pesquisar.

Na pauta de ICMS, o valor do preço do botijão de gás em Goiânia é de R$ 44. Mas em função da concorrência, localização e do livre mercado, os valores podem oscilar entre R$ 38 e R$ 46, conforme apurado na tarde de sexta-feira pelo O POPULAR .

Em média, esse porcentual pode representar um aumento médio do botijão de gás em R$ 5. Mas, na prática, a concorrência pode beneficiar o consumidor final. Conforme levantado pela reportagem, a maioria dos estabelecimentos ainda não sabia quanto iria repassar para o consumidor.

CONCORRÊNCIA

Conforme proprietários de revendedoras de gás, é comum haver reajuste de mercado. “Nós sempre absorvemos um pouco. A concorrência no setor é muito alta”, diz o proprietário da Coimbra Distribuidora de Gás e Bebidas, Sandro José de Oliveira. Até sexta-feira, ele vendia o produto entre R$ 40 e R$ 42, dependendo do volume da venda. Ele comercializa cerca de 700 unidades por mês.

Somente no setor onde está localizada sua empresa existem outras cinco revendedoras de gás. Por isso, explica que ainda não sabe quanto vai cobrar pelo produto a partir de hoje. “Vamos ver como os concorrentes vão se comportar”, afirma.

Outra estratégia é pechinchar descontos com as próprias distribuidoras de GLP. Por isso o consumidor pode pagar menos se estiver disposto a pesquisar.

Segundo o presidente do Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás da Região Centro-Oeste (Sinergás), Zenildo Dias do Vale, esse aumento é um repasse da recomposição de preços das distribuidoras aliado ao reajuste salarial da categoria, que virá somente em novembro. “Já fazemos em uma tacada só, porque não dá para fazer dois aumentos tão próximos”, justifica.

Embora somente esta segunda elevação de preços do botijão de gás este ano se aproxime da inflação acumulada até julho em Goiânia (7,08%), Zenildo salienta que os custos com aluguel, licenças, funcionários, gasolina e pneu vão corroer este acréscimo. “Não vai ficar nada para o pequeno e médio revendedor”, afirma.

Há 13 anos no mercado, o proprietário da Dois Irmãos Gás, Ricardo Goulart de Moraes, compartilha desse argumento. “Estamos repondo o que perdemos este ano com o aumento de nossos custos”, afirma.

Mas a forma como pratica os preços em sua revendedora reforça a importância da pesquisa e da pechincha do consumidor. “Vendo entre R$ 40 e R$ 43 (sexta-feira). Depende.”, desconversa. Ricardo ainda não sabia quanto o produto seria revendido a partir de hoje.Em meio a um cenário macroeconômico turbulento, o consumidor goiano vai ter de apertar um pouco mais o orçamento. As revendedoras de gás de cozinha em Goiás já foram avisadas pelas distribuidoras de que os preços do produto devem subir 6,25% a partir de hoje.

Em função do frete, esse índice pode chegar a 7% no interior do Estado. Esse é o segundo aumento este ano. Em março, o produto teve elevação de 5%. Mas os preços são variados e vale a pena o consumidor pesquisar.

Na pauta de ICMS, o valor do preço do botijão de gás em Goiânia é de R$ 44. Mas em função da concorrência, localização e do livre mercado, os valores podem oscilar entre R$ 38 e R$ 46, conforme apurado na tarde de sexta-feira pelo O POPULAR .

Em média, esse porcentual pode representar um aumento médio do botijão de gás em R$ 5. Mas, na prática, a concorrência pode beneficiar o consumidor final. Conforme levantado pela reportagem, a maioria dos estabelecimentos ainda não sabia quanto iria repassar para o consumidor.

CONCORRÊNCIA

Conforme proprietários de revendedoras de gás, é comum haver reajuste de mercado. “Nós sempre absorvemos um pouco. A concorrência no setor é muito alta”, diz o proprietário da Coimbra Distribuidora de Gás e Bebidas, Sandro José de Oliveira. Até sexta-feira, ele vendia o produto entre R$ 40 e R$ 42, dependendo do volume da venda. Ele comercializa cerca de 700 unidades por mês.

Somente no setor onde está localizada sua empresa existem outras cinco revendedoras de gás. Por isso, explica que ainda não sabe quanto vai cobrar pelo produto a partir de hoje. “Vamos ver como os concorrentes vão se comportar”, afirma.

Outra estratégia é pechinchar descontos com as próprias distribuidoras de GLP. Por isso o consumidor pode pagar menos se estiver disposto a pesquisar.

Segundo o presidente do Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás da Região Centro-Oeste (Sinergás), Zenildo Dias do Vale, esse aumento é um repasse da recomposição de preços das distribuidoras aliado ao reajuste salarial da categoria, que virá somente em novembro. “Já fazemos em uma tacada só, porque não dá para fazer dois aumentos tão próximos”, justifica.

Embora somente esta segunda elevação de preços do botijão de gás este ano se aproxime da inflação acumulada até julho em Goiânia (7,08%), Zenildo salienta que os custos com aluguel, licenças, funcionários, gasolina e pneu vão corroer este acréscimo. “Não vai ficar nada para o pequeno e médio revendedor”, afirma.

Há 13 anos no mercado, o proprietário da Dois Irmãos Gás, Ricardo Goulart de Moraes, compartilha desse argumento. “Estamos repondo o que perdemos este ano com o aumento de nossos custos”, afirma.

Mas a forma como pratica os preços em sua revendedora reforça a importância da pesquisa e da pechincha do consumidor. “Vendo entre R$ 40 e R$ 43 (sexta-feira). Depende.”, desconversa. Ricardo ainda não sabia quanto o produto seria revendido a partir de hoje.

Fonte: O Popular