A forte queda nas taxas de desemprego do país permitiu que mais mulheres ocupassem postos de trabalho em 2010, constata uma pesquisa do Seade/Dieese, mas sem alterar diferenças históricas de gênero no mercado de trabalho brasileiro.

O total de trabalhadores desempregados caiu 31,4% no Brasil entre 2005 e 2010. Somente no ano passado, a taxa de desemprego atingiu 6,7%, a menor desde 2002.

Focalizando somente a região metropolitana de São Paulo, a pesquisa do Seade/Dieese constatou que a taxa de desemprego feminina cedeu pelo sétimo mês consecutivo, indo de 16,2% para 14,7% entre 2009 e 2010, ainda acima da taxa de desemprego masculina, que passou de 11,6% para 9,5% no mesmo período.

Essa evolução, no entanto, ainda foi insuficiente para reparar a diferença histórica de renda entre homens e mulheres: entre 2009 e 2010, o rendimento médio real por hora da população feminina passou de R$ 6,56 para R$ 6,72. No caso dos homens, a rendimento médio real subiu de R$ 8,22 para R$ 8,94.

Em outros termos, se em 2009 as mulheres recebiam, em média, quase 80% do rendimento médio por hora dos homens, essa proporçã caiu para 75% no ano passado.

“O aumento da participação das mulheres foi acompanhado por redução da taxa de desemprego e aumento do nível ocupacional na Indústria, no Comércio e nos Serviços”, apontam os pesquisadores. “Para os homens também houve expansão do número de ocupados, principalmente na Indústria, nos Serviços e na Construção Civil”.

Para os pesquisadores, a diferença nos tipos de ocupação gerados no período “certamente” influenciou no aumento das disparidade entre gêneros.

A forte queda nas taxas de desemprego do país permitiu que mais mulheres ocupassem postos de trabalho em 2010, constata uma pesquisa do Seade/Dieese, mas sem alterar diferenças históricas de gênero no mercado de trabalho brasileiro.

O total de trabalhadores desempregados caiu 31,4% no Brasil entre 2005 e 2010. Somente no ano passado, a taxa de desemprego atingiu 6,7%, a menor desde 2002.

Focalizando somente a região metropolitana de São Paulo, a pesquisa do Seade/Dieese constatou que a taxa de desemprego feminina cedeu pelo sétimo mês consecutivo, indo de 16,2% para 14,7% entre 2009 e 2010, ainda acima da taxa de desemprego masculina, que passou de 11,6% para 9,5% no mesmo período.

Essa evolução, no entanto, ainda foi insuficiente para reparar a diferença histórica de renda entre homens e mulheres: entre 2009 e 2010, o rendimento médio real por hora da população feminina passou de R$ 6,56 para R$ 6,72. No caso dos homens, a rendimento médio real subiu de R$ 8,22 para R$ 8,94.

Em outros termos, se em 2009 as mulheres recebiam, em média, quase 80% do rendimento médio por hora dos homens, essa proporçã caiu para 75% no ano passado.

“O aumento da participação das mulheres foi acompanhado por redução da taxa de desemprego e aumento do nível ocupacional na Indústria, no Comércio e nos Serviços”, apontam os pesquisadores. “Para os homens também houve expansão do número de ocupados, principalmente na Indústria, nos Serviços e na Construção Civil”.

Para os pesquisadores, a diferença nos tipos de ocupação gerados no período “certamente” influenciou no aumento das disparidade entre gêneros.

 

Fonte: FOLHA.com