Com altas menores em mão de obra, materiais e equipamentos, o Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M) desacelerou para 0,22% em dezembro, após subir 0,27% no mês anterior, segundo informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). No ano, o indicador acumulou variação de 8,05%.

O índice subiu mais que a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A prévia da taxa, o IPCA-15, divulgado na véspera, fechou 2013 em 5,85%, abaixo do teto da meta de inflação do Banco Central, que é de 6,5% ao ano.

O indicador relativo a materiais, equipamentos e serviços subiu 0,23%, de 0,29% no mês anterior. Nesse grupo, a parte correspondente a materiais e equipamentos desacelerou para 0,26%, de 0,38% em novembro. Três de seus quatro subgrupos registraram taxas de variação mais baixas, destacando-se materiais para acabamento, que passou de 0,62% para 0,32%.

Já a parcela relativa a serviços passou de queda de 0,03% em novembro, para 0,12% em dezembro. Nesse grupo, a FGV destaca a alta do subgrupo refeição pronta no local de trabalho, cuja variação passou de queda de 0,26% para avanço de 0,34%.

O índice referente à mão de obra variou 0,21% em dezembro, de 0,25% em novembro.

 Fonte: G1

A inflação da construção civil cedeu em seis capitais das sete capitais pesquisdas pela FGV: Brasília (0,12% para -0,05%), Belo Horizonte (0,235 para 0,04%), Recife (2,71% para 2,29%), Rio de Janeiro (0,23 para 0,21%), Porto Alegre (0,09% para 0,03%) e São Paulo (0,12% para 0,11%). Em contrapartida, Salvador registrou aceleração, de 0,09% para 0,28%.