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Câncer de pele é o crescimento descontrolado e anormal das células que compõem a pele. Segundo o Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), a doença é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, visto que negros e crianças são os menos propícios a desenvolvê-la. O tipo mais comum e menos agressivo é o “não melonama” (carcinoma basocelular) que, de acordo com o INCA, corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no Brasil.

Os trabalhadores das categorias metalúrgica e mecânica devem estar atentos à doença, já que alguns empregados realizam serviços em empresas que facilitam o seu surgimento. Os metalúrgicos e mecânicos estão sujeitos a desenvolver a doença quando trabalham em pátios abertos expostos ao Sol ou em indústrias que fabricam algum produto a base de amianto – genéricos de uma família de minérios encontrados abundantemente na natureza e muito utilizados pelo setor industrial no último século.

Porém, é importante destacar a necessidade de um estudo médico aprofundado para comprovar se a doença foi causada devido ao local de trabalho. A advogada do SindMetal-GO, Maria Eugênia Neves, explica que o câncer de pele pode se manifestar após muitos anos. “É necessário exposição contínua e que se tenha perdurado durante vários anos. Caso o empregado tenha obtido a doença por causa das condições de trabalho, deverá abrir a Reclamatória Trabalhista”, afirma.

Dados fornecidos pelo Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA):

Estimativa de novos casos: 175.760, sendo 80.850 homens e 94.910 mulheres (2016 – INCA);

Número de mortes: 1.769, sendo 1.000 homens e 769 mulheres (2013 – SIM)

Atenção: É fundamental a consulta médica. Os tratamentos e prevenções são mais eficientes por meio de informações fornecidas por profissionais.