O Banco Central subiu logo no início de 2014 o juro básico da economia brasileira, a taxa Selic, em 0,5 ponto percentual, para 10,5% ao ano

O Banco Central subiu logo no início de 2014 o juro básico da economia brasileira, a taxa Selic, em 0,5 ponto percentual, para 10,5% ao ano. Foi a sétima alta seguida da taxa, que havia caído para um dígito em março de 2012 (para 9,75% ao ano, de 10,5% ao ano).

O argumento do governo para a alta é manter a inflação. Se os juros caem muito, a população tem maior acesso ao crédito e consome mais. Esse aumento da demanda pode pressionar os preços caso a indústria não esteja preparada para atender um consumo maior.

Na opinião do presidente do SindMetal-GO, Roberto Ferreira o governo acaba não atingindo a meta anual prevista para a inflação e ainda provoca um colapso no poder de compra dos salários. “Quem deve ditar o ritmo da economia é o mercado e não o governo. Com a política tendenciosa de controle da taxa Selic o BC acaba dessagrando todos os segmentos econômicos do país e cria um clima de incerteza nos investimentos de capitais, o que consequentemente atinge o emprego e aumenta as perdas do assalariado”, comenta o presidente.

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Fonte: Núcleo de Jornalismo e Assessoria de Imprensa