Devido aos serviços desempenhados no local de trabalho, os trabalhadores das categorias metalúrgica e mecânica estão diariamente expostos à agentes nocivos à saúde. Com isso, surgem as chamadas “doenças ocupacionais”, que são adquiridas através da exposição do trabalhador à agentes radioativos, físicos, biológicos e químicos, causando alteração na saúde do empregado.

As doenças ocupacionais podem se desenvolver por falha na empresa em não oferecer os EPI’s (Equipamento de Proteção Individual), ou por apresentar agentes nocivos acima do nível tolerado em lei. É importante que o trabalhador exija proteção e, caso tenha adquirido a doença por esses motivos, tem o direito de entrar com ação na justiça.

A terapia ocupacional é a principal forma de tratamento. O trabalhador prejudicado é acompanhado por um profissional que estuda e emprega atividades de trabalho e lazer para amenizar os transtornos físicos ou mentais. O objetivo é reabilitar as pessoas que estão desenvolvendo ou que tiveram alguma doença ocupacional e prevenir problemas futuros de saúde.

A diferença entre doença ocupacional e acidente de trabalho

A doença ocupacional é a exposição do trabalhador aos agentes nocivos, sem que haja proteção adequada para eles – ou, no caso de haver proteção, o grau de exposição é acima do que a lei exige. Elas podem durar anos para se manifestarem. Em contrapartida, o acidente de trabalho ocorre de forma imediata, geralmente por meio de cortes, queimaduras, amputações de membros, etc.